Grupo 4 - Leonardo Dogh

Leonardo Dogh, desenhista desde sempre, começou a se arriscar no graffiti aos 18 anos. O que um dia já foi somente um hobby, transformou-se em trabalho quando suas obras começaram a ser reconhecidas. Grandes convites surgiram, abrindo cada vez mais portas. Dentre os trabalhos de destaque estão a tela pintada ao vivo no programa “Manos e Minas”, da TV Cultura e a participação na IV Bienal Internacional de Graffiti Fine Art, no Memorial da América Latina -SP. Seu estilo traz personagens caricatos, com formas distorcidas, quase surreais. Outras vezes, a arte ganha traços e formas delicadas e um toque de realismo.

Referências do trabalho de Leonardo Dogh podem ser vistas nas redes sócias da galeria, ou do artista:

INSTAGRAM: @leonardo_dogh ou @casajacarepagua

Característica das obras que farão parte do grupo

11 obras com a medida mínima de 60 cm x  60 cm, em canvas, com o uso de técnicas diversas (acrílica, spray, colagem, etc...), com moldura marrom ou preta, abordando a temática geral retratada em seu trabalho.

A gravura (9 unidades) terá tamanho mínimo A3 (29,7 cm x 42 cm).

Começou em grafite no final dos anos 90 e eventualmente migrou para as belas artes.

O diálogo entre o estúdio e a cidade é recorrente em sua produção. Com uma pesquisa artística baseada no choque entre a geometria e o orgânico, suas imagens são carregadas de padrões, ritmo e dinamismo.

Dentro de um colorismo vibrante que aparece em camadas, justaposições e sobreposições, os campos são delimitados pelo encontro das cores.

Subjetivamente, é possível criar paralelos e diálogos com os padrões geométricos, pinturas tribais e a arte decorativa de várias culturas, povos e épocas.

O artista já expôs suas obras em outros países, como Argentina, Inglaterra e Estados Unidos.

Referências do trabalho de Gen Duarte podem ser vistas nas redes sócias da galeria, ou do artista:

INSTAGRAM: @genduarte ou @casajacarepagua

 

Característica das obras que farão parte do grupo

11 obras com a medida mínima de 60 cm x  40 cm, em canvas, com o uso de técnicas diversas (acrílica, spray, colagem, etc...), com moldura marrom ou preta, abordando a temática geral retratada em seu trabalho.

A gravura (9 unidades) terá tamanho mínimo A3 (29,7 cm x 42 cm).

Grupo 2 -  Fabiano Senk

Novo talento das ruas, começou na cena do grafite em 2007 em São Mateus.

Navega no universo do surrealismo e do exagero. Seus personagens, em geral garotos de pele rosa, ou em folha de ouro, com formas exageradas, e disformes, pedalam monociclos, passeiam entre as nuvens, vagam no espaço infinito, passeiam de barco, ou pousam em cenários áridos.

O pequeno príncipe encontra a psicodelia, com seus planetas fantásticos, seus meninos, mas também homens e mulheres sofridos e bastante duros.

Apesar da origem no street art, é forte a referência no trabalho de Senk do universo do Sertão do Vale do Jequitinhonha, região de origem de sua família.
O mix das ruas com a referência rural tornam o trabalho do artista bastante particular.

Referências do trabalho de Fabiano Senk podem ser vistas nas redes sócias da galeria, ou do artista:

INSTAGRAM: @fabiano_senk ou @casajacarepagua

 

Característica das obras que farão parte do grupo

11 obras com a medida mínima de 90 cm x 60 cm, em canvas, com o uso de técnicas diversas (acrílica, spray, colagem, etc...), com moldura marrom ou preta, abordando a temática geral retratada em seu trabalho.

A gravura (9 unidades) terá tamanho mínimo A3 (29,7 cm x 42 cm).

Grupo 1 - Sérgio Free

Natural da Bahia, chegou em SP em 86, e, começou a perceber a arte urbana, por meio das pichações, enquanto fazia pequenos trajetos pelo bairro. Inspirado neste universo, começou a riscar paredes pela vizinhança com caneta hidrocor.

Aos 8 anos, ajudou uns pichadores do bairro, e, só percebeu que aquilo que ele gostava e admirava não era bem visto por todos quando a polícia levou todos os rapazes.

Em seu estudo observacional de prédios e paredes pichadas aprendeu a valorizar a arquitetura. Conhecia os muros, sabia dos pixos que foram apagados e dos que se apagaram com o passar do tempo. Em 1996, entrou para o grupo APACHES e seguiu representando suas influencias até o final da década de 90.

Seu trabalho artístico “congela vivências”, mixa suas lembranças do universo da pichação, e, a observação da arquitetura da Metrópole, reproduzindo cenários urbanos realistas, e personagens contrastantes como o palhaço, que muitas vezes representa a sociedade.

Referências do trabalho de Sérgio podem ser vistas nas redes sociais da galeria, ou do artista:

INSTAGRAM: @sergiofree_ ou @casajacarepagua

Característica das obras que farão parte do grupo

11 obras com a medida mínima de 90 cm x 60 cm, em canvas, com o uso de técnicas diversas (acrílica, spray, colagem, etc...), com moldura marrom ou preta, abordando a temática geral retratada em seu trabalho.

A gravura (9 unidades) terá tamanho mínimo A3 (29,7 cm x 42 cm).

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